segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Como dar novos lares para seus livros usados, e adquirir novos ao mesmo tempo.


Toda cidade merece um Sebo!



Uma livraria sebo, funciona através da compra, venda e troca de livros diretamente com os clientes de sua região, e a Container Cultura faz isso por todo o Brasil! 

Já imaginou vender na hora os livros que já leu
Colocá-los em uma caixa, e através de um código de postagem enviá-los sem custo, receber por eles, e ainda proporcionar  que novos leitores possam adquirí-los por um preço mais convidativo? 

Deixe que a Container Cultura encontre novos lares para seus livros, e encontre novos livros para enriquecer sua mente. Deixe um pouco de lado seu tablet, smartphone, sua tv e de um pouco de paz aos seus olhos e sua mente

Concentre se apenas em uma boa leitura por alguns minutos de seu dia, e não gaste muito para isso. Somos uma portal de compra e venda de livros novos, seminovos e usados que trata diretamente com você.  Trabalhamos com um atendimento personalizado, com segurança e confiabilidade nas entregas e formas de pagamento através de empresas com as quais você já está habituado, como: Correios, Cielo e Bcash, do grupo Buscapé.


sexta-feira, 1 de julho de 2016

Larsson

O autor da série 'Millenium' foi um dos mais influentes jornalistas e ativistas políticos de seu país




Como fiz com Patricia Highsmith, minha autora favorita, há algumas colunas, resolvi escrever este texto sobre a importância da (curta) obra do sueco Stieg Larsson, responsável pela mais sólida série de livros policiais da literatura contemporânea. Se você ainda não conhece, vai se surpreender. Caso já conheça, puxe a cadeira mais próxima e iniciemos a conversa.

Eu tinha 18 anos quando “Os homens que não amavam as mulheres”, primeiro livro da série “Millennium”, chegou ao Brasil. Na época, eu já era apaixonado por literatura policial, vinha lendo todos os clássicos europeus e norte-americanos e escrevia os primeiros rascunhos de “Suicidas”, meu romance de estreia. Ao encontrar “Os homens que não amavam as mulheres” na livraria, lembro com clareza que o elogio do Luiz Alfredo Garcia-Roza na contracapa me fez correr ao caixa e levar o livro para casa. Devorei as 522 páginas em um fim de semana. Ao concluir a leitura, tive a certeza de que estava diante de algo grandioso.

Em seu romance de estreia, Stieg Larsson realiza literatura em sua plenitude. O volume permite várias camadas de leitura: na superfície, uma trama instigante que entretém o leitor desde o prólogo elegante até o final. Em observações mais atentas, o livro revela uma linguagem apurada, traz críticas sociais pertinentes e questões políticas contemporâneas pouco abordadas pela literatura. Sem dúvida, Stieg Larsson foi o primeiro autor a fazer um “romance policial do século XXI”, num estilo pop e vibrante, explorando todas as possibilidades tecnológicas que nosso tempo permite e retomando com força esta tendência da literatura policial de ser, antes de tudo, uma literatura que reflete as mazelas da sociedade.

Nesse livro, Stieg Larsson se revelou um profundo conhecedor da tradição de crime fiction: em suas primeiras páginas, “Os homens que não amavam as mulheres” lembra um whodunit tradicional de Agatha Christie, com um desaparecimento misterioso, suspeitos em um local fechado e um detetive contratado para investigar o crime ocorrido anos antes. Partindo dessa premissa clássica, a obra ganha contorno e ritmo modernos, principalmente graças a seus dois protagonistas, o jornalista Mikael Blomqvist e a problemática hacker Lisbeth Salander.

Enquanto “Os homens que não amavam as mulheres” homenageia o romance policial clássico inglês, os dois livros seguintes da série “Millennium” abraçam outros subgêneros da literatura policial. Com trama ágil, “A menina que brincava com fogo” faz lembrar um thriller noir americano, com ganchos em cada capítulo e um vilão implacável que ameaça a vida dos protagonistas ao longo das páginas. Neste segundo volume, Mikael e Lisbeth são levados ao submundo da sociedade sueca e precisam enfrentar seus inimigos não apenas com o cérebro, mas com os punhos. Já o terceiro livro, “A rainha do castelo de ar”, tem referências ao romance de espionagem e certas pitadas de livros de Ian Fleming, criador de James Bond, e de John Le Carré.

Merecidamente, a série “Millennium” vendeu mais de 80 milhões de exemplares no mundo e rendeu quatro filmes: “Os homens que não amavam as mulheres”, “A menina que brincava com fogo” e “A rainha do castelo de ar”, todos lançados em 2009 na Suécia, e o americano “Millennium: Os homens que não amavam as mulheres”, estrelado por Daniel Craig e com direção de David Fincher, de 2011.

Pelo que se diz, Stieg Larsson pretendia escrever dez livros protagonizados por Mikael e Lisbeth. Para mim parece claro que Larsson pretendia homenagear um subgênero do romance policial em cada volume — há muitos outros como o suspense médico, o thriller psicológico, etc. Infelizmente, o autor não teve tempo de ver todo o sucesso que seu trabalho alcançou: ele faleceu em 2004, aos 50 anos, de um ataque cardíaco, antes que seu primeiro livro tivesse sido publicado na Suécia.

A própria história de vida de Stieg Larsson parece uma trama policial: o autor foi um dos mais influentes jornalistas e ativistas políticos de seu país. Fundou a revista “Expo”, onde denunciou organizações neofascistas e racistas. Quando Larsson morreu, por questões jurídicas, Eva Gabrielsson, companheira do escritor por 32 anos, não teve direito a nenhum tostão da fortuna obtida com a série “Millenium” — isto porque ela e Larsson nunca se casaram oficialmente. O pai e o irmão do autor foram considerados os únicos herdeiros à luz da lei sueca, claramente obsoleta.

Ansiosos por continuar a série, os editores suecos contrataram David Lagercrantz, coautor de “Eu sou Zlatan Ibrahimovic”, a biografia do atacante sueco, para a insana tarefa de escrever o quarto livro da série a partir do zero. Ano passado, o livro “A garota na teia de aranha” foi publicado no Brasil e tive a oportunidade de lê-lo. Como já era de se esperar, a história não chega aos pés das três anteriores. Só existe um único Stieg Larsson — e nada pode ser feito a respeito disso. Mas, se ao contrário de mim, você ainda não mergulhou nas aventuras ao lado de Mikael e Lisbeth Salander, corra até a livraria mais próxima para se deliciar na melhor série policial dos últimos tempos.

Fonte: Jornal o Globo

Quer conhecer os livros desse autor? Entre no site da Container Cultura o seu Sebo Online!

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Como e onde comprar livros mais baratos

         
E aí, quem nunca deixou de comprar um livro por estar com o orçamento curto!? 

O Blog LaGarota fez um vídeo mostrando algumas dicas para economizar na compra de seus livros, na internet.

 Dentre os citados, aparece a proposta da Container Cultura, que compra os livros que o cliente já leu e lhe paga com créditos e dinheiro. 

Trata se de uma alternativa para comprar e vender livros novos e usados direto para o site. 

Para saber mais e conhecer a Container Cultura, acesse: 

segunda-feira, 16 de maio de 2016

5 obras do diretor nova-iorquino Woody Allen que todo fã de Literatura deve assistir


Ele pode não ser uma unanimidade, mas é considerado um dos grandes nomes vivos do Cinema. Com uma vastíssima obra, Woody Allen criou filmes de muitos gêneros (comédias, dramas, suspense e, pasmem, um musical).
Amigo de grandes autores (Saul Bellow, ganhador do Nobel, faz pontas em ao menos dois filmes do autor), Woody Allen sempre manteve um contato direto com grandes obras da literatura, sejam elas clássicas ou contemporâneas.
Separamos cinco filmes para quem ama literatura e cinema. Have fun!

Noivo neurótico, noiva nervosa


É um clássico óbvio por dois motivos: trata de temas óbvios que tocam a todos em determinados momentos da vida (amor, insegurança, relacionamento) e trabalha com todos estes numa perspectiva de tempo. O relacionamento de Max Singer (Woody Allen) e Annie Hall (Diane Keaton) passa pelos problemas comuns a todos do seu começo até (spoiler) o final. As referências a Freud e técnicas do modernismo são abundantes (a famosa cena na qual o casal divide a tela em suas respectivas terapias é um exemplo).

Meia-Noite em Paris


Um dos últimos filmes do diretor – e o que mais lhe rendeu financeiramente -, Meia-noite em Paris traz a vida boêmia de Paris, seus artistas, ilusões e desejos. Gil (Owen Wilson), um escritor com problemas para trabalhar, está na cidade luz com a futura esposa e os sogros. Insatisfeito, ele acaba se encontrando numa brecha temporal e tem contato com pessoas como Gertrude Stein, Ernest Hemingway, entre outros. Com um grande questionamento acerca da eterna insatisfação humana (estamos sempre descontentes com o presente e idealizamos o passado), é um clássico moderno.

Match Point


Parcialmente baseado em Crime e Castigo, Match Point trata da vida de Chris Wilton (Jonathan Rhys Meyers) se envolve com Chloe, uma filha de uma rica família inglesa. Enquanto esse relacionamento se desenrola, Chris se envolve com Nola (Scarlett Johansson), uma americana impulsiva. Chris se casa com Chloe e ascende socialmente e seu caso com Nola se desenvolve. Quando a americana põe entraves ao seu sucesso, ele decide matá-la.
As reflexões e tensões do personagem principal são as mesmas do personagem de Dostoiévski (inclusive com várias referências, diretas e indiretas, durante todo o filme). Um grande suspense filosófico capaz de agradar a todos os públicos.

A morte de Boris Gruschenko


Boris (Woody Allen) é um cidadão russo dos romances do século de ouro. Sendo acometido  de questões filosóficas profundas e em meio ao contexto das guerras napoleônicas, Boris se apaixona por Sonja (Diane Keaton), é rejeitado e se torna acidentalmente um herói de guerra. Com bom humor e um sem fim de referências aos clássicos russos, A morte de Boris Gruschenko (originalmente Love and Death) homenageia a literatura russa tão amada por Woody Allen e nós.

A rosa púrpura do Cairo


Cecilia (Mia Farrow) vive em meio a depressão pós crash de 1929. Ela tem um marido que se aproveita dela, um emprego ruim e sua única diversão é assistir várias e várias vezes o filme A rosa púrpura do Cairo. Um dia, no meio da sessão, Tom Baxter (Jeff Daniels), protagonista do filme, sai da tela e foge com Cecilia. Eles se envolvem e deixam todo mundo em alvoroço, inclusive Gil Sheperd (Jeff Daniels), o ator que interpreta Baxter no filme. Entre o realismo mágico e uma grande história de amor, Woody Allen cria um filme cheio de momentos engraçados e tocantes.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Container Cultura, Compre e venda livros pela internet





          Somos uma empresa que visa utilizar a sustentabilidade e o reaproveitamento dos livros para facilitar o acesso a Cultura e a Informação. Nós compramos seus livros usados, avaliamos na hora pelo site, liberamos um código de postagem nos Correios, e você nos envia sem custo.
          Uma grande quantidade de livros a venda no site chega pela mão de nossos clientes, estes livros são conferidos, higienizados, embalados e organizados para o próximo cliente interessado.
          Somos um híbrido entre livraria de novos e usados, trabalhamos com o material mais selecionado possível, e nos melhores preços que podemos disponibilizar.
Ao vender um livro para a Container Cultura, você está diminuindo o custo do seu próximo livro(que pode sair de graça), e também está incentivando o próximo leitor, que não gastará tanto por sua próxima leitura! Quer comprar um livro? Dê uma olhadinha antes no site da Container!
           Caso não encontre, compre na livraria, e depois venda para nós! Não deixe seu livro parado, recompense e seja recompensado e faça parte do novo mundo, o mundo da sustentabilidade e do apoio ao próximo!


10 livros capazes de ’reiniciar’ seu cérebro

Os livros que apresentamos neste post conseguem manter o leitor tenso não apenas até o último momento, mas também após a leitura. Isso porque tratam de decisões difíceis que precisam ser tomadas pelos protagonistas, que se veem obrigados a lutar contra a realidade. São histórias que fazem com que você veja o mundo com outros olhos.



George Orwell — 1984
Publicado pela primeira vez em 1949, se transformou em um clássico do gênero distópico. No livro, aparece pela primeira vez a ideia de existência do ’Grande Irmão’ e do regime totalitário, que continua atual até hoje.








Ray Bradbury — Fahrenheit 451
O romance descreve uma sociedade baseada no pensamento consumista. Todos os livros que fazem refletir sobre a vida são queimados. O autor retratou as pessoas que perderam a conexão com o próximo, com a natureza e com o legado intelectual da humanidade.








Franz Kafka — O processo
Kafka escreveu o romance O processo em 1914, mas o livro só foi publicado em 1925, depois da morte do autor. É uma história única sobre um funcionário de banco chamado Josef K., preso por um motivo incompreensível. O personagem tenta fazer todo o possível para entender do que é acusado, mas suas tentativas são em vão.







John Kennedy Toole — Uma confraria de tolos
Ignatius Reilly é um intelectual, ideólogo, preguiçoso, alvo de piadas, glutão, que despreza o mundo moderno por falta da devida teologia e geometria. Ele trava uma guerra inútil contra todos. Em toda a literatura satírica mundial, não existe similar a este personagem.








Aldous Huxley — Admirável mundo novo
Esta fantástica obra-prima mostra uma sociedade perfeita criada por ’mentes prodigiosas’. A maioria das pessoas se conforma com o mundo baseado em engenharia genética, lavagem cerebral e uma rígida divisão por castas. Mas sempre há alguém que deseja ser livre.








William Golding — O Senhor das Moscas
O romance alegórico de Golding se transformou em best-seller e chegou a ser leitura obrigatória em algumas escolas. É uma história sobre um grupo de garotos, todos amigos, que são presos numa ilha deserta. Conforme os problemas vão surgindo, os traços cruéis da natureza humana começam a aparecer.







Joseph Heller — Ardil 22
História clássica sobre a perda da fé e do senso comum conforme aumenta o poder burocrático. O capitão Yossarian presta seu serviço militar na Itália como bombardeiro durante a Segunda Guerra Mundial. O principal inimigo não são os nazistas, mas o seu próprio exército. O bombardeiro se vê preso devido ao Ardil 22, que não lhe permite deixar o serviço.






Mitch Albom — A Última Grande Lição
A Última Grande Lição é uma história comovente sobre Mitch Alborn e seu mentor, Morrie Schwartz. Muitos se separam de seus mentores e seus ensinamentos vão sendo, aos poucos, apagados da memória. Mas Mitch tem uma segunda chance de se reencontrar com seu professor de sociologia, a quem restam apenas alguns meses de vida.







Daniel Keys — Flowers to Algernon
Uma história sobre como tratar as pessoas com capacidades limitadas e sobre como o passado pode influenciar o futuro. Charlie Gordon, um garoto com deficiência mental, participa de uma experiência que pode aumentar sua inteligência, mas que só foi testada em animais.
*O livro não tem edição em português.







Tim O´Brien — The Things They Carried
O autor usa metáforas para mostrar o estado emocional dos homens em meio à guerra. A obra foi baseada em suas próprias experiências e impressões que teve no Vietnã. Tim O´Brien questiona os limites entre a literatura artística e a científica.
*O livro não tem edição em português.







Fonte: Incrível

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Estudo da Universidade de Roma prova que ler deixa as pessoas mais felizes

          É senso comum dizer que ler faz bem, que proporciona aos leitores inúmeros benefícios intangíveis. No entanto, é difícil encontrarmos estudos que comprovem essas teses. Ou era difícil. Investigadores da Universidade de Roma 3, em Itália, realizaram um trabalho com cerca de 1.100 pessoas para encontrar a resposta para duas questões: 
  • Quem lê livros é mais feliz do que quem não lê?
  • A leitura melhora o nosso bem-estar? 
          A conclusão, apresentada no artigo "The Happiness of Reading", é bastante clara: os leitores são mais felizes e encaram a vida de forma mais positiva que os não leitores.



           A pesquisa é dividida em tópicos e o primeiro deles aponta que quem lê é mais feliz do que quem não lê. Para chegar a tal conclusão, utilizaram a escala proposta pelo sociólogo holandês Ruut Veenhoven, que mensura o grau de felicidade das pessoas entre 1 e 10.

          Os leitores tiveram uma pontuação 7,44, enquanto os não leitores, 7,21, diferença tida como significativa pelos pesquisadores.Como uma outra forma de mensurar a felicidade, também usaram a escala de Cantril – conhecida como a de Bem-estar Subjectivo -, na qual os leitores ficaram com 7,12 e os não leitores, 6,29, numa métrica igual a de Veenhoven.

          Já com a escala de Diener e Biswas, que vai de 6 a 30, os pesquisadores puderam analisar a diferença na maneira que leitores e não leitores vivenciam sensações positivas e negativas. Quem lê tem uma percepção maior de emoções como felicidade e contentamento (21,69 X 20,93), enquanto quem não lê sente mais sensações como tristeza e fúria (17,47 X 16,48).

          Por fim, os académicos também constataram que os leitores são pessoas mais satisfeitas com a forma como usam o seu tempo livre, que a leitura é o que há de mais importante nas horas de ócio e que, no entanto, ler é apenas a quarta actividade que mais realizam enquanto não estão a trabalhar, ficando atrás de praticar desportos, ouvir música e ir a eventos culturais como exposições, teatro ou cinema.Ou seja, ler torna-nos realmente humanos melhores.

Fonte: Diário Digital

Italiano cria biblioteca sobre rodas para crianças que não têm acesso à leitura

Quando se aposentou, o professor de literatura Antonio de Cava, não quis saber de ficar parado em casa descansando. Ao invés disso, ele decidiu transformar seu amor pelos livros em algo benéfico para centenas de crianças que vivem em aldeias de difícil acesso na Itália.
Assim em 2003 nasceu o “Bibliotemotocarro”, uma biblioteca móvel que possui cerca de 700 livros e que já rodou mais de 500 km em diversas regiões do país. Sem apoio de nenhum órgão do governo ou ONG, a viabilização do projeto é inteiramente de responsabilidade de Cava que possui como único objetivo oferecer opções de leitura às crianças.

Como se fosse um caminhão de sorvete, a biblioteca chega aos vilarejos causando grande alarde e entusiasmo com direito à música e muita correria das crianças que adoram a novidade.
“Eu sempre acreditei que as crianças devem ter a oportunidade de aprender coisas interessantes em todos os lugares, não apenas enquanto estão na escola”, afirma Cava.


Fonte: Catraquinha